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Chegar a Ho Chi Minh, um viver de emoções fortes

Atualizado: 6 de Abr de 2018

A partir do momento que saímos do aeroporto, percebemos que há qualquer coisa de diferente para além do calor e da emoção de ir ter com amigos...são 12 milhões de pessoas que vivem nesta cidade, 8 milhões de vespas, sem regras, sem nada do que possam imaginar seria normal acontecer numa cidade. Bom Diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Vietname!


Ho Chi Minh, antiga Saigão, está dividida em cerca de 24 distritos, e cada distrito tem uma vivência muito própria. A maior parte muito pobre, mas já há alguns em que se consegue viver bem e muito bem.

O que não se consegue fazer nesta cidade é atravessar as estradas. Sim, isso mesmo! Juro que li as técnicas todas, explicaram-me tim tim por tim tim...ser firme, olhar em frente e não parar! Mas como? A sensação é do género vou-me suicidar e não sei porquê. Há pouquíssimos sinais de trânsito, e os que existem eles não respeitam. Não há as chamadas faixas de rodagem, porque se necessário, os passeios transformam-se em faixas em segundos. As passadeiras servem para enfeitar, porque acaba por ser mais seguro atravessar fora delas. Andam em sentido contrário, e o mais engraçado, tudo isto com muita calma e tranquilidade. É de loucos, é o vale tudo, e temo que vá ser sempre assim.

Começámos por visitar o centro, e ver os principais edifícios que remetem à herança colonial francesa. Catedral de Notre Dame, o edifício central dos Correios, a Ópera, Hotel Caravelle, e passear na Avenida pedonal da cidade (mas onde também passam motas), que nos leva até ao rio.









Ao longo do passeio, fomos parando em vários cafés, para nos refrescarmos, e também para conhecermos...Ho Chi Minh está cheia de sítios giros, simpáticos e diferentes para se estar sentado calmamente a beber um café, uma bebida, ou simplesmente a falar e admirar.

E chegou a hora: 18h à porta da Ópera para o Tour das Vespas, com a Xo Tours, sim isso mesmo! 3 horas a andar por Saigão, montados numa vespa! Para mim foi a verdadeira montanha russa! Mas se valeu a pena? Valeu! Sem dúvida! E, por incrível que pareça, senti-me mais segura a andar na mota do que a pé!

Visitámos vários distritos, jantámos na rua, visitámos China Town, e conhecemos alguns segredos da cidade.




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