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O melhor e o pior de Hong Kong

Atualizado: 20 de Abr de 2018

Com tantos templos para ver, parecia mal nem sequer ver um. Em Kowloon, onde estamos hospedados, aconselham pelo menos a visitar 2, pelo que perguntámos no hotel qual o que deveríamos ver. Resposta: os 2! Metam-se num táxi até lá, e depois de visitar o primeiro andam 2 kms até ao outro. Ok e aí fomos nós. Optámos por ir primeiro ao Chi Lin Nunnery, maior complexo Budista em Hong Kong que está ligado ao Nan Lian Garden. A viagem de táxi demora cerca de 20 a 30 minutos, pelo que, fica mais afastado do centro e numa zona mais pobre. Assim que entramos, agradecemos por ter ido ali parar! Simplesmente lindo, calmo, silencioso, respira-se paz, ouve-se a água e os passarinhos e as plantas e bonsais alegram-nos a alma. Tudo tratado com muito amor.





De coração cheio, saímos na esperança que o próximo fosse melhor ou igual a este. Andámos os 2 kms, e ainda numa zona mais pobre, cheia de pessoas e confusão, aparece-nos o Sik Sik Yuen Wong Tai Sin Temple. É um templo Taoísta, cheio de cor e cheiros, mas a confusão é tanta, e apesar de as pessoas irem lá rezar e acender incenso, ouve-se demasiado barulho. Fugimos dali, e 29 kms depois, de táxi, chegámos à praia - Repulse Bay beach.


Mais uma vez temos que agradecer ter ido ali parar. Repulse Bay é uma zona residencial de luxo, nada comparada com o que tínhamos visto até aqui, e onde se vêem poucos chineses. Possui um centro comercial, vários restaurantes e proporciona muitas actividades desportivas. No final da praia, existe também um templo Budista ao ar livre - Tin Hau Temple, que apela muito à longevidade.



Infelizmente não ficámos de papo para o ar, e fomos apanhar o Jumbo ferry, para almoçar no grande Jumbo Kingdom floating restaurant. Lembram-se da cena do 007 O Homem com uma pistola dourada? Foi aqui mesmo!

No regresso apanhámos o ferry para o Aberdeen pier, e até agora foi o que de menos bonito vimos. Como nos faltava ver o soho e o Man Mo Temple, lá fomos nós. Esqueçam o templo, não vale a volta. O soho é realmente muito engraçado e típico, cheio de movimento, cheio de ruas estreitas e íngremes, com mercados, lojas, bares e restaurantes, prédios feios, sujos e estranhos, mas sabe bem passear por lá.




De regresso a Kowloon o objectivo era ir beber um copo ao Ritz Carlton Hotel - Ozone Bar. Era e foi, e vão sff se cá vierem, mas de táxi! Perdemos imenso tempo às voltas para lá chegar e com pelo menos mais 2 kms nas pernas à conta disso.

Claro de depois vale a vista, mas já não apanhámos o pôr do sol. Fica no 118º andar, tem uma parte ao ar livre, e sim tem uma vista a perder de vista.



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